terça-feira, 4 de novembro de 2014

Confira a entrevista de Jacquie Lee para o site Artist Direct

O site Artist Direct divulgou ontem, 3 de novembro, uma entrevista com Jacquie Lee. Nela, nossa mini-diva fala sobre qual abordagem deu para o seu primeiro EP ("Broken Ones"), qual o processo que segue para fazer com que suas músicas sejam relacionáveis e quais são suas influências fora da música, entre outros assuntos. Leia a tradução completa a seguir. 


Jacquie Lee ganha vida em seu novo EP, Broken Ones. Sua imensa voz toma o centro das atenções ao longo da compilação de músicas. Cada canção brilha com seu talento cru e emoção mordaz.  Ela emerge a ponto de estourá-la no lançamento.
Nesta entrevista exclusiva com o editor-chefe da ARTISTdirect.com, Rick Florino, Jacquie Lee fala do EP Broken Ones e muito mais.

Você abordou o EP Broken Ones com uma visão particular ou alguma vibe em mente?
Sim! Minha abordagem foi que a música seria verdadeira, honesta, todas se encaixando sob o mesmo guarda-chuva. Eu não queria que cada fosse totalmente diferente uma da outra, como um rock e, em seguida, uma música clássica [risos]. Eu tinha isso em mente. Também queria que cada canção fizesse alguém sentir algo.

Foi importante para você pintar fotos e contar histórias com as músicas?
Como cantor, é fácil de executar todas as notas. Como artista, eu fui lá especificamente com uma visão, para me certificar de que todas as músicas tinham algum tipo de significado e que dariam ao ouvinte alguma perspectiva.

O que te incentiva a isso? São todas as experiências pessoais?
Um monte de pensamentos, concentração e foco. Uma vez que a música for concluída, você tem que ter certeza de que pode se relacionar com ela. Você tem que praticamente só conviver com ela por alguns dias, basicamente se mergulhar nela, e realmente pensar sobre o que ela significa para você. Se ela se conecta a mim, pessoalmente, eu sou capaz de entregá-la de uma forma real e honesta, e isso faz com que outras pessoas sejam capazes de se relacionar com a música de sua própria maneira.

Qual é a história por trás de "Right Love"?
É bastante óbvio que o momento é errado. Como eu estou vivendo, estou aprendendo que o tempo é um grande fator importante em um monte de coisas. É daí que a canção veio originalmente. É timing – a merda do timing [risos].

O que fez você querer fazer um cover de "Girls Just Wanna Have Fun"?
Eu só queria girar completamente algo e mudar a perspectiva das pessoas em uma música antiga. É assim que eu a interpretei. Eu li a letra e ela foi um pouco deprimente para mim. Estava tipo, "E se eu reinventar totalmente a música e trazê-la de volta de uma nova maneira?" Foi muito emocionante quando o resultado final apareceu. Estou muito orgulhosa dela.

Que artistas te influenciaram?
Eu cresci ouvindo um monte de rock clássico. Por isso, costumo voltar a The Rolling Stones, The Beatles e Led Zeppelin. Só recentemente me aprofundei em The Smiths. Isso é o que  escuto principalmente. Eu amo artistas atuais como Ed Sheeran, Sam Smith e Adele, apesar disso.

Se você fosse comparar o EP a um filme ou a uma combinação de filmes, a quais você compararia?
Wow! Eu não tinha recebido essa ainda. Só vou dizer meu filme preferido, porque este é o meu EP favorito, já que é o meu primeiro [risos]. Eu diria que The Notebook (Diário de Uma Paixão)! Apesar de que acho que é o filme preferido de toda garota.

O que influencia você fora da música?
Eu realmente gosto de escrever e admirar coisas visuais – quanto mais visuais, melhor. Infelizmente, não sei desenhar. Eu tentei isso. Minha mãe é realmente uma grande artista e isso é inspirador. Eu diria artes visuais e escrita. Estou tentando me aprofundar em dança. Praticamente qualquer coisa ligada a artes.


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