quinta-feira, 20 de março de 2014

Entrevista para a Revista Living In Media


Jacquie Lee é capa da revista “Living In Media”, de Nova Jersey, que também inclui um belo ensaio e uma entrevista bastante completa. Porém, a entrevista foi realizada há alguns meses e, por este motivo, algumas informações estão defasadas. Sendo assim, selecionamos algumas perguntas para traduzi-las. Esperamos que gostem! 

No twitter, a revista “Living In Media” descreve Jacquie como:

“Ela é tão doce e espontânea como esta imagem tirada pelo fotógrafo Liz McKay”!


LIM: Em primeiro lugar, parabéns! Agora que você voltou para o município de Monmouth, já caiu a ficha de que você foi vice-campeã do The Voice?

JL: Sim e não. Eu só permiti que "caísse um pouco", porque eu quero seguir em frente e além. Estou muito ansiosa.


LIM: Você tem ofertas profissionais no ramo [musical]?

JL: Eu estou me encontrando com pessoas diferentes: Algumas em Los Angeles, algumas em Manhattan. Estou animada, mas não estou apressada demais, embora isso esteja me matando, porque eu quero seguir em frente logo. Eu tenho que investir o meu tempo em pessoas que cuidam de mim ou naquelas de quem eu recebo boas vibrações.


LIM: É isso que as pessoas têm te aconselhado a fazer?

JL: Oh, sim. Christina [Aguilera] falou bem claramente que isso era importante quando estava me aconselhando. Quando você não se cerca de pessoas que se preocupam com você, elas podem te ver apenas como uma fonte de dinheiro, e isso é muito perigoso.


LIM: Então, de onde você acha que veio o seu dom para música e para escrita?

JL: Eu estava conversando sobre isso com meu pai e nós não temos ideia de onde isso veio. Em relação à escrita, do meu pai talvez. Mas vocalmente, não fazemos ideia. Nós chamamos de presente de Deus e não questionamos isso.


LIM: Você fez eventos ou aparições depois do The Voice?

JL: Eu cantei o Hino Nacional em um jogo dos Giants, que é o meu time, então foi incrível. Também cantei em um intervalo [nos playoffs da NFL, San Francisco versus Carolina Panthers] com o Flo Rida. Eu gosto de cantar para instituições de caridade locais e cantei para pacientes com câncer e para o Wound Warriors [Projeto Social].


LIM: Por que você gosta de cantar em eventos de caridade?

JL: Porque eu sinto como se fosse uma espécie de retribuição. Isso me satisfaz e é algo bom que eu posso fazer. Só usando a minha voz. É uma coisa pequena. E se isso dá felicidade ou apoio a outras pessoas, então eu estou totalmente feliz o fazendo.

LIM: É bem óbvio que você e Christina Aguilera tiveram uma relação especial. O que você acha que a fez sentir o que ela sentiu por você?

JL: Eu acho definitivamente que foi porque ela teve algum tipo flashback de quando ela tinha a minha idade na indústria da música. Ela sabe que é bem cruel e que as coisas podem dar errado se ninguém te ajuda ou te aconselha. Sou nova nisso, então ela realmente me colocou sob “suas asas” e nós nos conectamos logo de cara. Ela era como uma irmã mais velha.

LIM: Eu tenho certeza de que ela te deu uma “vida de conselhos”, mas tem algum em especial que vai estar sempre com você?

JL: Ela me disse que está OK não estar OK o tempo todo. Isso foi algo que realmente me marcou durante a competição, porque algumas vezes eu só precisava desmoronar. Com isso dito, você precisa ser forte. Existiam muitas emoções e ela me disse uma vez “está OK não estar OK agora. Você pode ser real na minha frente”. Isso me ajudou muito.


LIM: Diga-me um momento, um conselho ou alguma coisa que você vai se lembrar de cada jurado.

JL: Adam [Levine] foi muito legal comigo. Ele me disse pra nunca desistir e continuar trabalhando e que ele vai me ver de novo. Blake [Shelton] foi duro comigo, porque ele sabia que isso me faria chegar mais longe, então eu agradeço por isso. E CeeLo [Green] sempre saiu pelas tangentes profundas [risos]. Ele disse muitas coisas assim.

LIM: O que foi a coisa mais importante que você aprendeu sobre você no “The Voice”?

JL: Eu aprendi que eu gosto de agradar muitas pessoas e, as vezes, esqueço de mim. Christina me disse que é fisicamente impossível agradar a todos. Essa foi uma lição que tive que aprender. Essa foi uma daquelas jornadas onde você acha mais e mais sobre você à medida que avança. Estou empolgada para minha próxima grande jornada, porque estou animada para determinar quem eu sou.

LIM: Se as estrelas se alinharem perfeitamente, onde você se vê nos próximos anos?

JL: Definitivamente com um EP ou álbum lançado e, espero que, indo bem e na rádio. Eu gostaria de estar em turnês e apresentações, escrevendo minha própria música.

LIM: Há algo que você gostaria de dizer para seus fãs daqui de Monmouth County?

JL: Sim. Meus torcedores locais são aqueles que significam mais para mim e eu gostaria de agradecê-los por estarem aqui por mim em toda esta jornada, porque eles me deram uma confiança que eu não sei explicar. Foi o melhor sentimento saber que as pessoas da minha cidade estavam a bordo, orgulhosos e me apoiando. Meu guia foi fazê-los orgulhosos e seguindo em frente, além de inspirar crianças a serem cantores um dia.


LIM: Diga-me algumas das coisas mais loucas que os fãs disseram em mídias sociais.

JL: Uma vez eu tweetei algo como: "Queimei meu pão! Este domingo não está bom." Então alguém comentou: "Oh meu Deus, você queimou seu pão! Está tudo OK! Você queimou suas mãos?" Algumas pessoas se realmente se empolgam [risos]. Isso foi realmente engraçado para mim.


LIM:
 Como você lida com os comentários negativos?

JL: Eu aprendi que você não pode ler todos os comentários. Eu sei como coisas online chegam e como as pessoas estão mais aptas a dizer algo [online] do que na sua cara, mas eu nunca percebi quanto ódio as crianças de 12 anos tem por aí até esta experiência.


LIM: Se você fosse uma mistura de dois artistas, quais seriam?

JL: Com a minha voz, eu não tenho certeza. Mas, como artista, eu gostaria de ser um cruzamento entre Adele e Lorde. Gosto das melodias da Adele, suas habilidades de composição e o blues em seus vocais. E eu amo o nervosismo da Lorde e sua escuridão.

Para conferir a entrevista completa, em inglês, acesse: http://onlinedigitalpublishing.com/publication/?i=200004&p=64.


Um comentário:

Deus é tudo!